01 — Contexto

Publicidade no Início do Século XX

Resposta curta: em Scientific Advertising (1923), Claude Hopkins defendeu que a publicidade deve ser tratada como vendas e medida pela resposta, usando cupons rastreáveis para comparar anúncios. A ideia central, testar e manter o que vende, é a base dos testes A/B de hoje.

Hopkins (1866–1932) trabalhou na agência Lord & Thomas e ficou conhecido por campanhas de produtos de consumo. Na época, a maior parte da publicidade era impressa e difícil de medir.

Sua solução foi usar cupons e ofertas com códigos para saber quais anúncios geravam pedidos.

02 — Ideias Centrais

Mensagem, Oferta e Resposta

Para Hopkins, o anúncio era um vendedor impresso: devia dar razões concretas para comprar, oferecer algo específico e pedir uma ação.

Ele valorizava amostras grátis, argumentos específicos em vez de genéricos e títulos que selecionam o público certo.

03 — Experimentação

Testar Antes de Escalar

Hopkins recomendava testar campanhas em pequena escala, comparar resultados e só então ampliar o investimento.

É o mesmo raciocínio de testar criativos com verba pequena antes de escalar em Meta ou Google.

04 — Diferenças

O Que Mudou na Mensuração

Hoje medimos em tempo real, com muitas variações e públicos segmentados. Mas a atribuição também ficou mais complexa: várias telas, canais e privacidade dificultam ligar cada venda a um anúncio.

O princípio permanece; o cuidado agora é não confundir clique ou conversão atribuída com resultado de negócio.

Testar é mais barato que adivinhar.

Podemos montar uma rotina de testes de anúncios ligada a vendas, não só a cliques.

Falar com nossa equipe